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Notícias / Saúde

Passo Fundo - HSVP é o primeiro hospital do norte do RS a utilizar técnica inovadora para cirurgia de fibrilação atrial



Data de publicação: 26 de agosto de 2022
Hora: 07:28h
Créditos: Flávia Dias
Fotos: Flávia Dias
Fonte: Comunicação HSVP



Crioablação cauteriza área do coração por meio de congelamento

 

O coração funciona a partir de um movimento que faz com que o sangue circule pelo corpo. Para que isso ocorra, o coração se contrai e descontrai, bombeando o sangue a partir de uma determinada frequência e ritmo. Em algumas condições de saúde, as batidas do coração podem se tornar desordenadas, alterando o ritmo cardíaco. Uma dessas alterações é chamada de fibrilação atrial, quando as paredes dos átrios deixam de se contrair da maneira ideal e passam a “tremer”, deixando de passar corretamente o sangue para os ventrículos. 

Pioneiro no procedimento utilizando a técnica de ablação da fibrilação atrial, o Hospital São Vicente de Paulo de Passo Fundo busca constantemente pela inovação. A partir da iniciativa do eletrofisiologista, Dr. José Basileu Caon Reolão, o HSVP é o primeiro hospital da região norte do Rio Grande do Sul a realizar o procedimento a partir da crioablação. A nova técnica consiste no congelamento do foco das arritmias, cauterizando a área a partir do uso de um balão, que resfria o local entre 25 a 60 graus negativos.

“É mais um salto de inovação. É um procedimento mais ágil e seguro, sendo uma nova opção para o nosso paciente. Dependendo o caso, mantemos a técnica convencional, mas para os pacientes que possuem fibrilação atrial paroxística, em que a arritmia dura um tempo limitado, a crioablação tem a grande vantagem, principalmente por ser mais rápida e segura, tanto para a equipe médica, como para o paciente”, ressaltou Dr. Basileu. 

A técnica é menos invasiva, feita com o uso de um catéter no lado esquerdo do coração. “Em alguns casos realizamos o isolamento das veias em menos de 20 minutos, o que no procedimento habitual levaria uma média de duas horas. Consequentemente, aumenta a segurança e, como é menos invasivo, o paciente tem uma recuperação mais rápida”, reforça Dr. Basileu. 







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